Comprar ou alugar, qual a melhor escolha?

Comprar ou alugar? Qual a melhor opção? Confira as nossas dicas em nosso blog!

O cenário atual do mercado imobiliário vem favorecendo aqueles que pretendem investir em uma casa, seja para comprar ou alugar. Os preços seguem estáveis e as vendas estão em baixa, ou seja, as ofertas têm grande chance de crescer para o consumidor.

Antes de fechar qualquer negócio, vale pesquisar os bairros preferidos do casal e também os vizinhos já que, de acordo com a entrevista dada pelo CEO do portal VivaReal, Lucas Vargas, ao Estadão (caderno economia), o preço pode sair até pela metade em regiões próximas – pelo ao menos no estado de São Paulo.

É preciso colocar na balança os prós e contras de comprar apartamento na planta por meio de financiamento ou ir atrás de imóveis para alugar. Os casais que já têm uma economia direcionada para o imóvel podem até estar no momento certo de comprar. Já aqueles que dependem de financiamento – de bancos ou construtoras – para fechar o negócio, precisam ver se vale a pena ou se é melhor alugar.

O que está mais em alta? Aluguel ou compra?

Fazendo todas as comparações sobre a melhor opção para investir em um imóvel, é possível evitar muita dor de cabeça com um financiamento fora de hora, que vai durar por um longo período de tempo (para quem pensa em comprar o apartamento). O correto para dar entrada em um lar é de 20% a 30% do valor do mesmo; quanto maior for a entrada, menor será o valor dos juros.

Já para quem pensa em alugar, o período é positivo já que no segundo trimestre deste ano o valor de locação teve uma queda de 7,1% em 30 cidades brasileiras, em comparação com o mesmo período do ano passado – dados levantados pelo portal VivaReal. A pesquisa ainda mostrou que a locação sai por R$ 24,77 o metro quadrado (menor valor em dois anos).
Tanto a oferta quanto a demanda de aluguel vêm crescendo desde o segundo trimestre do ano passado. Aí vai um gráfico para vocês conferirem os dados:

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Dicas rápidas para quem vai alugar um imóvel

• Leia atentamente o contrato, ou seja, todas as cláusulas. Não seja rebelde e nem fique com preguiça. Isso será muito importante para que o casal conheça tudo o que está sendo combinado;
• Solicite que dados como: valor do aluguel, duração da locação, multas por atraso no pagamento, índice de reajuste, forma e local de pagamento, estejam incluídos no contrato;
• Verifique as condições do imóvel pessoalmente;
• Lembre-se, as garantias que podem ser exigidas ao inquilino são: fiador, caução ou seguro fiança.
Deveres do proprietário ou imobiliária:
• Entregar o imóvel em bom estado de uso;
• Fornecer recibos de pagamento do aluguel;
• Pagar impostos, como IPTU, taxa do seguro (exceto quando no contrato existe a cláusula em que o inquilino quem deve pagar por isso – viu como é importante ler as cláusulas?;
• Despesas extraordinárias do condomínio devem ser pagas pelo proprietário, como fundo de reserva, manutenção nos elevadores, reformas no prédio.

Dicas rápidas para quem vai comprar um apartamento na planta

• Planeje os custos. Um apartamento é um grande investimento e, consequentemente, demanda uma certa quantidade de dinheiro para que a compra seja efetivada;
• Controle suas finanças. Quem está pensando em comprar um imóvel, deve saber poupar e coordenar as finanças. Saber quanto gasta com cada coisa é um passo importante para conseguir enxergar quais despesas podem ser cortadas;
• Pague outras compras à vista. Sempre que possível, evite comprar no crediário. Além disso, caso consiga investir em alguma aplicação que faça seu dinheiro render, não perca tempo;
• Para aqueles casais que não conseguem a grana toda para comprar o apartamento na planta, tente dar a maior entrada que conseguir, financiando o mínimo possível para que as parcelas sejam quitadas mais facilmente;
• Visite a região em horários diferentes, isso ajuda a saber como é a rotina daquela rua: se é muito barulhenta, mais ou menos movimentada, etc;
• Tire todas as dúvidas que surgirem. Converse com pessoas que já tenham adquirido imóveis de tal empresa, converse com síndicos e futuros moradores. Isso pode fazer com que troquem informações que de repente não sabiam;

Cada caso é um caso não é mesmo? Mas o que vale a pena é avaliar a situação geral e entender o quadro financeiro pelo qual o casal está passando e também pensar nos gastos futuros.